No livro “Inteligência Emocional e a arte de educar nossos filhos”, John Gottman apresenta os resultados de mais de uma década de pesquisas que compararam famílias com pais educadores emocionais dos seus filhos com aqueles que não escolheram esse tipo de educação.
Entre os principais resultados, o autor aponta que crianças educadas emocionalmente por seus responsáveis apresentaram no decorrer do período capacidade de autorregulação emocional, encontravam a calma com mais rapidez, desenvolveram menos doenças infecciosas, maior capacidade de concentração, se relacionavam melhor com os outros, se tornaram mais colaborativa e com melhor resultado escolar.
Quando construímos uma comunicação emocional com nossos filhos, quando os compreendemos com verdadeira empatia, permitimos que expressem seus sentimentos sem julgá-los ou invalidá-los, construímos com eles elos de lealdade e afeição.
Permitir que a criança expresse emoções como raiva, medo, tristeza, não significa deixar de impor limites. Eles são necessários. As crianças estão em desenvolvimento e precisam das nossas orientações enquanto adultos e responsáveis por elas.
Nesse livro o autor aponta 5 atitudes que eram comuns a esses pais que escolheram educar seus filhos emocionalmente:
São eles:
- Percebem as emoções da criança;
- Reconhecem na emoção uma oportunidade de intimidade e aprendizado.
- Ouvem com empatia, legitimando o sentimento da criança.
- Ajudam a criança nomear o que sente.
- Impoem limites ao mesmo tempo em que pensam em soluções.
E então? Arregacemos as mangas e comecemos hoje mesmo a treinar emocionalmente nossos filhos! Um passinho de cada vez, lembra?
Um abraço, Carla