Como você se sente quando encerra aquele encontro de boas conversas com alguém querido? Imagino que muito bem não é mesmo?
Sim, conversar faz bem e estudos já comprovam os benefícios de uma boa conversa para nossa saúde física e mental.
Entretanto, na sociedade de compromissos, excessos e estímulos incontáveis, tem faltado tempo para boas conversas. Os dias passam, um compromisso segue de outro, exigências a cumprir, a urgência em responder notificações em redes sociais, bombardeios de informações o tempo todo.
Quando percebemos, passam dias, semanas, meses, anos.
As crianças vão sendo encaixadas nessa rotina, dias passam e diálogos superficiais seguem …
Não conseguimos tempo para parar, respirar, desacelerar…
Conversar faz falta… Aquela conversa olho no olho, que envolve incontáveis sentidos. Conversa empática, que acolhe, aconselha, ou escuta atentamente em silêncio. Conversa despida de heroísmos, em que nos colocamos vulneráveis e imperfeitos, inclusive diante dos nossos filhos.
Conversar faz bem, aproxima… Diálogos profundos, sinceros e acolhedores, que contribuem na manutenção dos vínculos juntos aos nossos filhos e nos ajudam a transmitir valores que julgamos importantes, sendo a orientação e apoio sempre que precisarem.
Sim, conversar faz falta.. faz bem, faz muito bem!
“A gente ama não é a pessoa que fala bonito. É a pessoa que escuta bonito. A fala só é bonita quando ela nasce de uma longa e silenciosa escuta. É na escuta que o amor começa. E é na não-escuta que ele termina. Não aprendi isso nos livros. Aprendi prestando atenção. “ Rubem Alves , O AMOR QUE ACENDE A LUA.